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Tópico: Tópico Oficial Sobre Astronomia

  1. #651
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    Este curta-metragem recriou a chegada do homem à Lua usando milhares de fotos da NASA

    Por: Andrew Liszewski
    11 de junho de 2017 às 10:00198









    Se tem uma coisa que não falta são filmagens da chegada do homem à Lua — possivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade. Mas o designer gráfico Christian Stangl não usou nenhuma delas para criar este curta-metragem que você vê abaixo. Em vez disso, Lunar foi feito animando milhares de fotos estáticas tiradas dos arquivos da Apollo, da NASA.
    • A NASA não vê a hora de mergulhar diretamente no Sol
    • A maluca história da possível origem da lua mais misteriosa de Saturno
    O processo envolveu o agrupamento de múltiplas fotos para criar vistas panorâmicas mais amplas que pudessem ser animadas e a busca por imagens fotografadas em sequência que pudessem ser usadas para criar animações mais longas, desacelerando e esticando o movimento. Stangl levou cerca de dois anos para terminar o filme, incluindo a etapa de juntar tudo usando o Adobe After Effects e o acréscimo da trilha sonora, composta pelo irmão de Christian, Wolfgang.
    [Vimeo via PetaPixel]


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  2. #652
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    Astronomia: O sinal ‘Wow!’ decifrado?

    POR SALVADOR NOGUEIRA
    Após 40 anos de mistério, cientista americano reabre caso e decifra origem do sinal ‘Wow!’




    NA ESCUTA
    Em 15 de agosto de 1977, o sinal mais intrigante da história da busca por inteligência extraterrestre foi detectado pelo radiotelescópio da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA. Proveniente de uma região indistinta da constelação de Sagitário, ele tinha todas as marcas de uma potencial transmissão alienígena.

    WOW!
    O sinal era centrado na faixa de 1,42 GHz, a frequência de emissão da transição do hidrogênio, tida como uma sintonia preferencial para comunicações interestelares. A detecção durou 72 segundos _o tempo em que a antena ficou apontada para o mesmo ponto do céu_ e depois sumiu. Ao ver o registro, o radioastrônomo Jerry Ehman marcou à margem do papel: “Wow!”.

    MISTÉRIO
    O sinal não se enquadrava em qualquer explicação conhecida e, por 40 anos, permaneceu sem repetição, um genuíno mistério. Houve até quem achasse que era mesmo uma transmissão artificial extraterrestre.

    RECONSTITUIÇÃO
    No ano passado, Antonio Paris, um ex-analista do Departamento de Defesa dos EUA, decidiu reabrir o caso, voltando à “cena do crime”. Lá, ele descobriu algo muito suspeito: dois cometas, 266P/Christensen e 335P/Gibbs, estavam perto de onde partiu o misterioso sinal em 15 de agosto de 1977.

    CONECTADO À NUVEM
    Na época, ninguém poderia saber disso; os dois cometas só foram descobertos em 2006 e 2008. Mas o que os convertia em suspeitos é o fato de que esses astros costumam ser envolvidos por grandes nuvens de hidrogênio. Não seria inconcebível que pudessem gerar um sinal de rádio como o que foi observado há 40 anos.

    CONFIRMAÇÃO
    A hipótese de Paris era boa. Mas seria preciso testá-la. E foi isso que ele fez em janeiro último, quando o 266P/Christensen passou novamente pela mesma região do céu do sinal “Wow!”. Lá estava a emissão de 1,42 GHz. Observações de outros três cometas selecionados aleatoriamente mostraram que esse padrão de emissão é comum. Ou seja, nada de alienígenas. Em 1977, tudo não passou de um sedutor canto de sereia de um cometa, em sua viagem ao redor do Sol.


    BÔNUS: MAS NÃO TÃO DEPRESSA
    Astrônomos estão questionando o resultado de Antonio Paris; dizem eles que a posição dos cometas não era a alegada por ele e que o sinal detectado, ainda que verdadeiro, não seria similar ao “Wow!”. Por fim, questionam a publicação de seu artigo científico num periódico obscuro, da Academia de Ciências de Washington. Tudo isso deixa a solução do mistério ainda sub judice.

    BÔNUS 2: CONVERSA COM BIAL
    A quem interessar possa, o Mensageiro Sideral será um dos entrevistados do “Conversa com Bial”, na Globo, nesta segunda-feira (12), após o “Jornal da Globo”.
    A coluna “Astronomia” é publicada às segundas-feiras, na Folha Ilustrada.
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  3. #653
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    Citação Mensagem Original de S.Templar Ver Mensagem
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    Sacanagem, e eu sempre achei que eram aliens...

    Não gosto mais desse tópico, quebra todas as nossas expectativas

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  4. #654
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    Pra quem quiser ver na íntegra o programa do Bial de ontem, com o Marcos Pontes e o Salvador Nogueira:

    https://globoplay.globo.com/v/5935713/programa/


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  5. #655
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    Rede brasileira descobre 23 novas chuvas de meteoros!

    POR SALVADOR NOGUEIRA
    A Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (BRAMON) fez mais uma bateria de descobertas impressionantes — dentre elas a primeira chuva anual de porte médio a ser identificada no país, daquelas que já vale a pena o observador casual tentar acompanhar. No total, foram 23 novas chuvas de meteoros. É isso mesmo, 23 — uma chuva de chuvas.
    A de maior destaque acontece todos os anos ao redor do dia 16 de novembro, e tem seu radiante — o ponto no céu de onde parecem emanar os meteoros — na constelação austral da Baleia. Daí seu nome oficial, confirmado pela União Astronômica Internacional: são os Cetídeos de Novembro.
    A constelação da Baleia não é difícil de achar, vizinha à zodiacal Peixes (confira no mapa), e, para descobrir a chuva, a BRAMON contou com o registro de 55 meteoros, distribuídos em quatro anos de observações.

    A rede brasileira conta com 94 estações, mantidas por verbas privadas de voluntários participantes da rede distribuídos em 19 estados.
    A ideia, com isso, é registrar meteoros mais brilhantes que cruzem o céu de múltiplos pontos de vista, espalhados pelo território nacional, e assim poder determinar exatamente sua trajetória antes da entrada do bólido na atmosfera terrestre. Assim, é possível determinar a órbita em que eles estavam e identificar uma possível origem comum de múltiplos meteoros — o que caracterizaria uma chuva.
    O procedimento por vezes permite inclusive descobrir a que objeto celeste maior pertencem as partículas que formam a chuva. “No caso dos Cetídeos de Novembro, temos dois asteroides ‘na fila para o DNA’: o 2016 BE1 e o 2014 DS22”, revela Lauriston Trindade, um dos coordenadores da rede. “Já fizemos os testes de similaridade orbital e estes dois aparecem empatados.”
    A órbita dos Cetídeos de Novembro, cruzada pela Terra em sua volta ao redor do Sol anualmente naquele mês. (Crédito: Lauriston Trindade/BRAMON)O SEGREDO DA CHUVA DE CHUVAS
    Para o amante da observação celeste, a descoberta mais interessante são os Cetídeos de Novembro. Mas para quem se interessa pela ciência dos meteoros de forma geral, o que mais impressiona mesmo é a imensa quantidade de descobertas feita pela equipe da rede: 23 novos radiantes.
    A lista completa da IAU, com todas as chuvas consagradas, algumas sob investigação e outras descartadas por observações subsequentes, contém 821 entradas. As 23 novas chuvas brasileiras representam respeitáveis 2,8% do total. E é especialmente impressionante face ao fato de que as primeiras descobertas da BRAMON — duas chuvas, os Epsilon Gruídeos e os Caelídeos de Agosto — ocorreram meros três meses atrás.
    Qual foi o segredo da explosão exponencial de produtividade? Como sempre nesses casos, a chave é uma só: criatividade e inovação.
    Nas primeiras descobertas, todo o procedimento de cálculo das órbitas dos meteoros e seu posterior agrupamento era feito manualmente — processo exaustivo e lento. Dava para fazer melhor, e a chave era colocar o computador na parada. “Agregamos ao grupo o desenvolvedor de softwares Leonardo Amaral, de Bilac, São Paulo, e ele automatizou o que fazíamos manualmente após entender como se dava todo o processo por busca de similaridades orbitais”, contou Trindade ao Mensageiro Sideral.
    “Assim, o software busca grupos de meteoros similares, testa para verificar se o agrupamento encontrado já foi catalogado, faz o teste de validação matemática, verifica na base do JPL [Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa] se existe algum cometa ou asteroide com órbita linear e nos devolve tais grupos para verificação e conferência final pelo Carlos Augusto Di Pietro e por mim”, arremata Trindade. “Aí verificamos inconsistências e nomeamos as chuvas.”
    Desnecessário dizer que o salto de eficiência é brutal, e permitiu até incluir nas buscas até mesmo as bases de dados de meteoros de outras redes de observação, como a europeia e a japonesa. (É costume de todas as redes, inclusive a BRAMON, deixar seus dados todos em redes abertas, num espírito de cooperação mútua que permeia a astronomia amadora no mundo todo.)
    “O software consegue cruzar os dados orbitais de 300 mil meteoros, em vez dos meus cadernos do Ben10, onde eu me esforçava para correlacionar 4.000”, brinca Trindade.
    Confira a lista completa dos 23 novos radiantes e seus dias de pico (em negrito, a chuva de intensidade média, os Cetídeos de Novembro).
    Canun Venaticídeos de Janeiro – 24 de janeiro
    Leonídeos de Fevereiro – 18 de fevereiro
    Canun Venaticídeos de Fevereiro – 20 de fevereiro
    Fi Ofiucídeos – 11 de maio
    Sagitarídeos de Junho – 3 de junho
    Lambda Sagitarídeos – 4 de junho
    Delta-2 Gruídeos – 22 de junho
    Aquarídeos de Junho – 23 de junho
    Cetídeos de Julho – 12 de julho
    42 Piscídeos – 8 de agosto
    Ursae Majorídeos de Agosto – 28 de agosto
    Sigma Perseidas – 25 de setembro
    Cetídeos de Outubro – 30 de setembro
    Taurídeos de Outubro – 5 de outrubro
    Lambda Capricornídeos – 15 de outubro
    Aurigídeos de Outubro – 18 de outubro
    Camelopardalídeos Noturnos – 27 de outubro
    Fi Capricornídeos – 9 de novembro
    Alfa Aurigídeos de Novembro – 13 de novembro
    Cetídeos de Novembro – 16 de novembro
    Ro Pupídeos de Dezembro – 3 de dezembro
    E, acredite se quiser, isto é só o começo. “Em relação aos radiantes, hoje temos mais de 85 novos a serem comunicados até o fim do ano”, conta Carlos Augusto Di Pietro, um dos coordenadores da rede brasileira. “Somados aos 25 que já foram aprovados, os radiantes BRAMON compreenderão 10% do total de radiantes da lista da IAU.”
    É um tapa na cara, daqueles bem dados, de quem diz que brasileiro não sabe fazer pesquisa de ponta. O que o Brasil infelizmente não sabe fazer é apoiar adequadamente pesquisa de ponta. Não por acaso, os resultados acima descritos, de nível internacional, foram produzidos por pesquisadores autofinanciados.
    E, para apresentar os novos resultados à comunidade astronômica mundial — inclusive a inédita automatização de análise de dados –, a BRAMON está promovendo uma vaquinha para enviar Lauriston Trindade à Conferência Internacional de Meteoros (IMC), que acontecerá em Petnica, na Sérvia, em setembro próximo. A meta é arrecadar R$ 8.500, dos quais cerca de R$ 3.000 já foram captados.
    Se você tiver um trocado sobrando aí, fica a dica.

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    Robôs nunca atingirão nível de consciência similar ao humano, diz físico Marcelo Gleiser

    POR SALVADOR NOGUEIRA
    A inteligência artificial e os robôs podem acabar, nas próximas décadas, substituindo a humanidade na maior parte dos trabalhos que hoje executamos. Mas não em todos. É o que argumenta o físico brasileiro Marcelo Gleiser. Em entrevista ao Mensageiro Sideral, ele se mostra cético quanto às possibilidades de computadores atingirem um nível de consciência similar ao dos humanos.
    “É possível se criar uma consciência artificial?”, pergunta-se Gleiser. “Pode ser que você consiga, com uma rede neuronal suficientemente complexa, [que] surja alguma espécie de emergência com alguma coisa parecida com uma consciência e tal. Mas, seja lá o que essa consciência for, ela certamente não tem nada ver com a gente ou com a consciência humana.”
    Gleiser também afima que a próxima década será, provavelmente, o momento em que a humanidade decifrará grandes enigmas, como a natureza da matéria escura e da energia escura, que perfazem a maior parte da quantidade total de matéria e energia do cosmos. E ele vai mais além, ao afirmar que está chegando o dia em que poderemos responder à famosa pergunta: “Estamos sós no Universo?”
    “Vai ser possível daqui a dez anos mais ou menos, talvez até menos, estudar a composição química da atmosfera de outros planetas”, afirma. “Se você fizer isso, imagina que um ser alienígena está olhando para a Terra, de longe. O que ele vai ver? Ele vai ver que a atmosfera é rica em oxigênio, que tem metano, que tem água, que tem ozônio, e essa criatura (certamente se estiver observando a gente vai ser boa em ciência) vai deduzir que existe vida na Terra. Só olhando para a composição da atmosfera. Não precisa ver nenhum bichinho com antena, onda de rádio, porra nenhuma. Só olhando para a atmosfera você já sabe quase com certeza absoluta (porque não existe certeza absoluta em ciência) que existe vida naquele lugar. A gente vai poder fazer isso. Isso, para mim, é absolutamente fantástico.”
    Confira a seguir a entrevista completa com Marcelo Gleiser.




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  7. #657
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    Vou ver os vídeos, mas a princípio se existir um algoritmo mutável... A coisa fica séria.

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  8. #658
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    Astronomia: A observação impossível de Einstein

    POR SALVADOR NOGUEIRA
    Telescópio Hubble faz ‘observação impossível’ de Einstein e confirma teoria de evolução estelar.

    A PEDIDO DE UM AMIGO
    Em 1936, então já consagrado pela teoria da relatividade geral, Albert Einstein escreveu um curto artigo na revista “Science”, intitulado “Ação similar à de lente por uma estrela pelo desvio da luz no campo gravitacional”. Nele, o famoso físico descrevia como o alinhamento circunstancial de duas estrelas, com relação a nós, alteraria o caminho dos raios de luz do astro mais distante, produzindo um padrão de lente gravitacional ditado pelas equações da relatividade.
    OBSERVAÇÃO IMPOSSÍVEL
    Einstein, contudo, não tinha a menor esperança de ver tal observação realizada, principalmente por exigir um alinhamento muito preciso e, portanto, muito raro, e também por requerer incrível resolução dos telescópios. Ele conclui: “não há esperança de observar esse fenômeno diretamente”.
    CORTA PARA 2013
    Um grupo internacional de astrônomos, vasculhando cerca de 5.000 estrelas, encontrou uma que ia passar quase exatamente à frente de outra em março de 2014. Era uma anã branca — um cadáver estelar deixado pela morte de estrelas como o Sol após esgotar seu combustível — a meros 18 anos-luz daqui. Eles calcularam que o Telescópio Espacial Hubble, em princípio, podia observar o efeito de lente gravitacional descrito por Einstein.
    TESTE DOS MODELOS
    Uma das vantagens de obter sucesso na observação seria colocar à prova nossa compreensão teórica das anãs brancas. Se os modelos clássicos de evolução estelar estivessem certos, ela deveria ter 67% da massa do Sol. E a medida da lente gravitacional permitiria confrontar essa estimativa, já que a gravidade é proporcional à massa.
    EINSTEIN TRIUNFA NOVAMENTE
    Numa bateria de observações entre 2013 e 2015, os astrônomos conseguiram realizar a tal “observação impossível”. Apropriadamente, acabam de publicar seus resultados na “Science”, indicando a massa da estrela com incrível precisão: 67,5%, com margem de erro de 0,5%. Na mosca! Oitenta anos depois, os trabalhos de Einstein continuam a nos ajudar a desvendar os mistérios do Universo.
    A coluna “Astronomia” é publicada às segundas-feiras, na Folha Ilustrada.

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    As cinco lições da missão Kepler

    POR SALVADOR NOGUEIRA
    Nesta segunda-feira (19), a Nasa em essência passou a régua na missão original do telescópio espacial Kepler, com a divulgação do catálogo final de descobertas feitas pelo satélite.
    Durante quatro anos, entre 2009 e 2013, o Kepler ficou olhando fixamente para uma pequena região do céu, a fim de registrar pequenas reduções momentâneas de brilho em alguma das estrelas em seu campo de visão que indicassem a presença de planetas ao seu redor.
    Conforme a missão progredia, catálogos periódicos de “candidatos a planetas” foram sendo divulgados, enquanto métodos eram desenvolvidos e aplicados para confirmar as descobertas. Chegamos agora ao oitavo e último desses grandes conjuntos de dados, que adicionou 219 “candidatos a planeta” à lista final, dez deles com tamanho comparável ao da Terra (igual ou menor que o dobro do diâmetro terrestre) na chamada zona habitável ao redor de suas estrelas — a região em que um planeta recebe o nível de radiação ideal para manter água em estado líquido na superfície, condição tida pelos cientistas como essencial à vida.
    O satélite Kepler detecta planetas observando trânsitos deles à frente de suas estrelas-mães. (Crédito: Nasa)O resultado tem meio cara de fim de festa: nenhum planeta novo foi confirmado, a despeito dos novos “candidatos”. Mas não se iluda, o catálogo final — que ainda deve passar por uma “limpeza” e pequenos ajustes — tem grande importância. Não só ele marca o fim de uma era na busca aos exoplanetas como também servirá de trampolim para estudos estatísticos importantes.
    Eis, portanto, o placar final e oficial da missão Kepler.
    Observando cerca de 180 mil estrelas por quatro anos o satélite encontrou:
    – 4.034 candidatos a planeta
    – 2.335 planetas confirmados
    – 49 candidatos a planeta de pequeno porte (até 2 raios terrestres) na zona habitável
    – 30 planetas de pequeno porte confirmados na zona habitável
    São números superlativos, ainda mais se considerarmos que o Kepler só podia detectar sistemas planetários que estivessem de tal modo alinhados de modo que os planetas transitassem periodicamente à frente de sua estrela-mãe com relação ao ponto de vista do satélite — o que significa, estatisticamente, detectar em média apenas 5% de todos os planetas de período orbital relativamente curto (no máximo 3,5 anos) que deveriam existir na pequena região do céu entre as constelações de Cisne e Lira, representando 0,25% do total da abóbada celeste, e apenas para as estrelas mais próximas ali localizadas.
    Mesmo lidando com essas frações de frações de frações de planetas, o telescópio espacial produziu estatística suficientes para tirarmos uma série de conclusões importantes. Confira as cinco mais relevantes, que mudaram para sempre a forma como encaramos o Universo lá fora.
    1. Planetas do porte da Terra são extremamente comuns
    Antes do Kepler, quase nada se sabia sobre planetas de pequeno porte, como o nosso. Usando um método alternativo de detecção (que envolvia medir o “bamboleio gravitacional” que planetas causam sobre suas estrelas), astrônomos estavam paulatinamente aumentando a sensibilidade de suas pesquisas para encontrar superterras — mundos apenas ligeiramente maiores que o nosso — na zona habitável, mas os resultados do satélite foram uma avalanche de planetas pequenos. Ainda não podemos afirmar com certeza quantos mundos do tamanho da Terra existem na Via Láctea, mas a essa altura já se pode cravar que é na casa de muitos bilhões. Antes do Kepler, não tínhamos ainda uma ideia clara dessa abundância.
    2. A zona habitável é com frequência morada de mundos rochosos
    Outro possível preconceito que o Kepler derrubou é a noção de que, de algum modo, planetas localizados na distância certa de suas estrelas para abrigar vida seriam incomuns. Na verdade, eles são bastante corriqueiros. Para as estrelas anãs vermelhas, astros menores que o Sol que correspondem a cerca de 75% da população de estrelas da Via Láctea, o Kepler mostrou que uma em cada quatro tem ao menos um planeta rochoso na região “nem muito quente, nem muito fria” do sistema. Então, faça só este cálculo rápido: há no mínimo 75 bilhões de anãs vermelhas na Via Láctea, o que sugere a presença de pelo menos 18 bilhões de planetas rochosos potencialmente habitáveis. Ainda assim, tenha em mente a ênfase no “potencialmente”. Afinal, muitos astrônomos ainda questionam o potencial para a vida ao redor de anãs vermelhas: como elas são muito frias e pequenas, sua zona habitável é muito próxima. Só que essas estrelas também têm o hábito de produzir enormes tempestades estelares, capazes de varrer e quiçá esterilizar mundos que, de outro modo, poderiam ser abrigos para a vida.
    3. Planetas na zona habitável não são exclusividade das anãs vermelhas
    Por razões óbvias, sabemos que mundos rochosos na zona habitável ao redor de estrelas anãs amarelas, tipo espectral G, como o Sol, têm potencial para abrigar vida. Elas não são tão comuns quanto as anãs vermelhas, mas ainda assim respondem por quase 8% das estrelas da Via Láctea. E uma das grandes revelações do Kepler, sobretudo em seu catálogo final, é que anãs amarelas também abrigam frequentemente planetas na zona habitável. Dos 49 “candidatos a planeta” de pequeno porte identificados na zona habitável, 12 estão ao redor de estrelas de tipo G. Desses, 3 foram confirmados, 2 eram “candidatos” já conhecidos, e 7 foram agregados no último catálogo.

    4. Planetas de pequeno porte vêm em dois sabores
    Se o Kepler, por si só, mostrou que planetas com até quatro vezes o raio da Terra (tamanho aproximado de Netuno) são muito comuns, bem mais frequentes que gigantes gasosos de grande porte, como Júpiter, uma análise recém-concluída por Benjamin J. Fulton e colegas do Caltech, mostrou que esses mundos tendem a se dividir em duas categorias muito claras. Ao usar o Observatório Keck, no Havaí, para estudar o tamanho exato de cerca de 2 mil estrelas do campo original de observação do Kepler, o grupo demonstrou que planetas até 1,75 raio terrestre formam uma população. A partir desse tamanho, a quantidade de planetas decresce de forma acentuada, e só volta a crescer quando o raio passa de 2 vezes o terrestre. Enquanto o primeiro grupo tende a ter alta densidade e, portanto, ser rochoso como a Terra, o segundo grupo tende a ter baixa densidade, lembrando mais versões em miniatura de Netuno, com grandes invólucros e gás e provavelmente inabitáveis. Os astrônomos já começam a formular hipóteses para entender a divisão clara, que parece estar ligada à capacidade de cada planeta de agregar hidrogênio e hélio durante seus estágios inicias de formação. Se o mundo consegue reunir 1% ou mais de sua massa na forma desses gases, tenderia a preservá-los e se tornar um mininetuno. Se juntasse menos, tenderia a perdê-los e viraria rochoso.

    5. As surpresas estão só começando
    Os catálogos do Kepler são produzidos de forma automatizada por computador, e este oitavo e último teve um bônus especial: além dos potenciais planetas identificados, ele envolveu um estudo estatístico mais aprofundado, que avaliava a porcentagem de sinais potencialmente perdidos pela “peneiragem digital” dos dados, assim como o potencial para falsos positivos. Então, a base de dados tem o enorme valor de indicar não só os “candidatos a planeta” detectados, mas a chance estatística de eles serem um falso positivo ou de haver mais como eles que escaparam à detecção. Esses números permitirão, por exemplo, estimar de forma bastante razoável o número total de planetas como a Terra, em órbitas similares à terrestre, em órbita de estrelas como o Sol, existentes na Via Láctea. Mas estar em circunstâncias similares não equivale a ser igual. Estamos agora entrando em uma segunda fase do estudo dos exoplanetas, que não envolve mais só descobri-los e estimar sua massa ou seu raio. Passaremos a caracterizá-los, estudando sua densidade e tentando investigar a composição de sua atmosfera. Fora isso, o acervo de dados do Kepler conta ainda com muitas descobertas inesperadas a serem feitas, que não seriam detectados na produção dos catálogos automatizados. Um exemplo é a famosa Estrela de Tabby, que tem reduções bizarras de brilho que desafiam explicações convencionais. Será que há mais surpresas escondidas em meio às 180 mil estrelas estudadas originalmente pelo Kepler? Só o futuro poderá responder.
    Por ora, como consolo imediato temos o fato de que a missão original do Kepler acabou em 2013, por problemas técnicos, mas o satélite foi reconfigurado (e rebatizado como K2) para seguir na busca por planetas em outras regiões do céu. E nessa nova etapa já foram 520 candidatos a planeta, e 148 confirmados. A saga continua!
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    Um jipe solitário na montanha marciana

    POR SALVADOR NOGUEIRA
    Cinco de junho de 2017. Era apenas mais um dia de trabalho para o jipe robótico marciano Curiosity. Mas, do alto — bem do alto — ele era vigiado. Seu colega de exploração, o Mars Reconnaissance Orbiter, sobrevoava naquele momento a região da cratera Gale e não perdeu a chance de fotografar o rover. A bela e poética imagem da “bisbilhotice” (acima) acaba de ser divulgada pelo Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.
    Mais do que voyeurismo espacial, imagens como essa — que são tiradas de tempos em tempos — ajudam os cientistas a planejar os próximos avanços do Curiosity e se certificar de que ele está se deslocando na direção desejada.
    No mesmo dia em que foi fotografado pelo MRO, o jipe também tirou lá suas fotinhas. Confira uma delas.
    Imagem do Curiosity retrata o cenário na parte baixa do monte Sharp, em Marte, no dia 5 de junho de 2017. (Crédito: JPL/Nasa)O jipe continua na longa subida do monte Sharp, investigando pelo caminho fascinantes conjuntos de rochas sedimentares que retratam o passado “molhado” do planeta vermelho.
    BÔNUS: Uma viagem virtual a Vênus
    Enquanto o Curiosity segue explorando Marte, faça um tour guiado pelo “gêmeo mau” da Terra, o misterioso planeta Vênus, acompanhado pelo Mensageiro Sideral, no mais novo episódio da série “Exploração do Sistema Solar 360”.




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